sábado, 20 de junho de 2009

Uma questão de credibilidade.

Não haja dúvidas,as pessoas perderam a vergonha.
O Benfica continua a dividir-se,por muito que se diga,que o próximo presidente será o presidente de todos benfiquistas e que todos nos vamos unir em torno de um projecto,eu não me acredito,porque a tentativa de achincalhar,todo e qualquer benfiquista que se manifeste contra esta direcção,está a criar clivagens que tão cedo, não vão sarar,as feridas entretanto abertas.
Não lembra ,nem ao diabo,acusar-se um benfiquista que não paga as quotas a 30 anos,quando o acusador é sócio do clube da máfia a 25 anos e só se tornou sócio do Benfica a meia dúzia de anos.

1 comentário:

Mohammed Saeed al-Sahaf disse...

"ESTARIA o Benfica a ser alvo de uma OPA bem pouco convencional?

A questão toma forma a partir da tese da construção de um meganegócio que poderia passar pela compra da TVI por parte de dois fortes grupos financeiros, ambos com altos interesses na área da comunicação e, ambos, a suspirarem pela entrada nos domínios de uma televisão.

A ser assim, três coelhos de um cajadada: a Prisa (tal como ontem referia o jornal Expresso) não só se via livre de continuar a prestar contas a José Luis Zapatero e a José Sócrates desse incómodo de manter inalterada a forte liderança de José Eduardo Moniz, como ainda ajudava a resolver uma situação financeira interna muito difícil; os dois grupos empresariais portugueses atingiriam o seu objectivo de partilharem uma televisão muito apetecida, garantindo um começo prometedor com o negócio da renovação do contrato dos direitos televisivos do Benfica com a Olivedesportos; por fim, José Eduardo Moniz poderia juntar o indesmentível prazer de ser presidente do Benfica ao dever de lealdade com o canal de televisão em que reforçou a sua imagem profissional de sucesso.

Segunda questão, não menos importante: teria Luís Filipe Vieira conhecido a essência do complexo golpe empresarial ainda num tempo em que, supostamente, tudo deveria ser um segredo bem guardado? Para já, ninguém confirma nem desmente, mas, a ser verdade, então o golpe estatutário transformar-se-ia, como que por encanto, num golpe de génio."

in " A Bola" by Vitor Serpa